Parem com a
violência!
Mulheres
Tu és o fogo que nunca se apaga,
Dançando entre o frio da noite,
Aquecendo cada canto vazio.
Mulheres
Também és a terra paciente,
Cultivando sementes de esperança,
De pé firme entre tempestades.
Mulheres
Teu corpo, poema mudo,
Brilha na escuridão,
Eterno como a lua.
Todos os maridos,
Parem com a violência!
Parem! Parem! Parem!
Parem com a violência!
Cristovão Pereira
5 de Outubro de 2012
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